Se você navegou pela internet brasileira no final dos anos 2000, certamente se lembra do Robô Ed, o chatbot da Petrobras/CONPET focado em sustentabilidade e eficiência energética. O que poucos sabem é a arquitetura de Front-End e a engenharia de interface necessárias para sustentar a experiência que existia por trás daquele simpático avatar 3D. Tive o privilégio de atuar nas duas pontas que deram vida a esse case histórico, trabalhando em duas das principais agências responsáveis pelo projeto em fases cruciais de sua evolução.

🌐 Fase 1: Interface, Sistemas e Experiência Web na Space Produções (2007)

Em 2007, o Robô Ed operava dentro do portal ed.conpet.gov.br. Enquanto equipes dedicadas cuidavam exclusivamente da modelagem 3D do personagem, a minha missão na Space Produções era dar vida a todo o ecossistema 2D que orbitava o robô.

Como responsável pelos layouts, HTML e CSS, fui a arquiteta da experiência do hotsite. Trabalhei em conjunto com um time de desenvolvedores que criavam o Back-end e plugava nas interfaces que eu criava. Minha atuação foi focada em Front-End e UX Transacional, desenvolvendo:

🧠 Fase 2: Front-End Core, UI Design e Internacionalização na Insite (2008–2009)

Em 2008, dei um salto técnico ao migrar para a Insite (a empresa de tecnologia por trás do motor de IA InBot). Lá, assumi o papel de web designer e Front-End Developer focado em produto, sendo a responsável pelo desenvolvimento de todos os sites institucionais e projetos da própria Insite.

Dentro do produto Robô Ed, meu desafio foi elevar o nível de design de interface e escalabilidade:

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🚀 O Impacto dessa Trajetória na minha Carreira

Viver esse projeto me deu uma bagagem sênior muito antes do mercado de tecnologia se estruturar como é hoje. Aprendi a lidar com:

  1. Escala Massiva: Desenvolver interfaces leves o suficiente para resistir a picos de milhões de acessos simultâneos sem quebrar o layout ou travar as requisições.